sábado, 23 de maio de 2015

Quero subir montes, descer avenidas, viajar com banda sonora. deitar-me de lado, não falar com ninguém e desenhar, desenhar até me doerem os dedos. Quero, mais uma vez quero, uma alma de carne. Estrelada e com falhas. Uma alma voluntária, de granito e de mar.
Quero, mais uma vez quero, uma única alma de magma.

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